Reportagem da Globo sobre o comércio de milhas aéreas

O jornal O Globo fez uma matéria sobre o comércio de milhas aéreas.  De acordo com a publicação, mais do que nunca, os pontos nos programas de fidelidade valem dinheiro – principalmente pela possibilidade que os clientes têm de vender seus pontos.

De onde vem a receita da TAM Fidelidade e Smiles?

A principal fonte de receita das duas maiores empresas de fidelidade – Smiles e TAM Fidelidade – vêm dos valores pagos pelas próprias empresas aéreas ou pelos parceiros na hora de emitir as milhas aéreas. Desta forma, toda vez que um cliente transforma os pontos de seu cartão de crédito em milhagens da companhia aérea, a administradora do cartão paga algum valor à empresa aérea. O lucro vem da diferença entre o valor recebido e o custo do produto ou serviço usado pelo consumidor. Assim, quando o cliente deixa de usar seus pontos, eles não geram custos, portanto, geram um lucro ainda maior. Para não perder as milhas aéreas, o consumidor pode vendê-las.

Caso nunca as tenha vendido e há tem interesse em fazê-lo, basta clicar aqui e ver como funciona.

Quase 20% dos pontos não são usados

De acordo com Banco Central só em 2010, os brasileiros deixaram de resgatar 101,3 bilhões dos 591,2 bilhões de pontos gerados nos programas de fidelidade dos cartões de crédito, o que dá cerca de 18% do total. Essa quantidade de milhas aéreas seriam suficientes para emitir cerca de 5 milhões de passagens do Brasil para qualquer destino da América do Sul.

Para negociar suas milhas no MaxMilhas, não é preciso fornecer dados pessoais sensíveis e o dono das milhas escolhe por que valor querem vender suas milhas. Clique no nosso video para entender como funciona nossa processo de compra e venda de milhas aéreas.

Se quiser ver quantos pontos são necessários para a viagem que quer fazer (e o preço desses pontos), clique aqui.

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