Como fazer a troca do aeroporto em uma conexão?

É possível que você já tenha se deparado com aquela super promoção de passagem aérea que exige mudança de aeroporto. Essas tarifas costumam ser mais baratas do que as dos voos diretos e, por isso, acabam sendo mais atrativas. No entanto, para trocar de aeroporto entre um voo e o outro com tranquilidade é interessante tomar alguns cuidados. Veja, no post de hoje, quais são eles e como ter uma viagem tranquila, mesmo tendo que fazer a troca de aeroportos em uma conexão.

4 dicas para trocar de aeroportos em uma conexão

1 – Atenção na hora de comprar a passagem

Antes de qualquer coisa, ao comprar suas passagens certifique-se de que o tempo de conexão é suficiente para a troca de aeroportos. O tempo que você vai precisar para o deslocamento varia de acordo com a cidade onde você vai estar, com o horário em que vai ser feito o deslocamento e com o destino do seu voo (já que os internacionais exigem que se chegue ao aeroporto com pelo menos duas horas de antecedência).

Por exemplo: na cidade de São Paulo estima-se que o tempo de viagem entre os aeroportos de Congonhas e de Guarulhos, os dois principais da cidade, seja de 45 minutos sem trânsito. No entanto, o trânsito na maior cidade da América Latina é imprevisível e, por isso, é sempre bom fazer a viagem com uma margem de sobra entre os horários dos voos. Então, o recomendado é que se deixe pelo menos duas horas planejadas para este percurso. Atenção para horários de pico no trânsito: como inícios de feriadões e final de sexta-feira.

2 – Transfer no ônibus da companhia

Em algumas cidades as companhias disponibilizam ônibus gratuitos para transportar seus passageiros entre os aeroportos. É o que faz a LATAM, em São Paulo, com um ônibus que parte de hora em hora do aeroporto de Guarulhos com direção à Congonhas e vice-versa. No entanto, vale lembrar que há apenas UM ônibus cortesia da empresa e que a disponibilidade está sujeita à lotação. É normal que os passageiros façam filas para esperar o ônibus e, não raro, há falta de vagas no ônibus.

3 – Responsabilidade das empresas

As companhias aéreas não são responsáveis pelo transfer dos passageiros entre um aeroporto e outro. Portanto, ainda que algumas disponham do serviço de ônibus, os viajantes precisam encontrar formas de fazer o percurso quando este serviço não está disponível. Ainda que não se responsabilizem pelo transporte, as companhias costumam orientar sobre como ele pode ser feito da forma mais rápida e acessível.

4 – Outras formas de transporte

Táxi: uma das formas mais práticas de viajar entre um aeroporto e outro quando não há disponibilidade de ônibus da companhia é pegando um táxi. No entanto, esta é, também, obviamente, a forma mais cara de fazer a viagem. Em São Paulo, a corrida pode ficar em torno de R$180. O interessante é buscar outros passageiros que precisem fazer este trajeto para dividir a corrida e, assim, economizar.

Uber: em algumas cidades brasileiras, o Uber já funciona muito bem e oferece uma opção de transporte mais em conta do que os táxis. Se você tem o aplicativo no seu celular e está em uma cidade onde o serviço se encontra disponível, a viagem de Uber, certamente, vai sair mais em conta do que de táxi. Em São Paulo, a viagem entre Congonhas e Guarulhos fica, em média, R$80.

Ônibus privado: algumas empresas privadas disponibilizam ônibus entre os principais aeroportos da cidade. Com preços mais baixos do que de taxi e veículos mais confortáveis e seguros do que os ônibus urbanos, esta pode ser uma boa opção. No entanto, vale lembrar que nem sempre a viagem é direta, podendo haver paradas em alguns pontos da cidade. Utilizando São Paulo como exemplo, novamente, a viagem fica por R$45 e dura cerca de 1h15min.

Ônibus urbano: muitos aeroportos são alimentados por ônibus urbanos que os conectam com o centro da cidade. Sempre é possível fazer a viagem por meio deles, no entanto, esta opção é mais aconselhável a quem não possui bagagem, já que as malas podem ser um transtorno em caso de veículos muito cheios ou havendo necessidade de troca de ônibus. Esta é, também, obviamente, a opção mais demorada e mais barata, portanto é preciso calcular muito bem o tempo de transferência que vai ser necessário.

Fique ligado!

Você percebeu que utilizamos alguns dos mais movimentados aeroportos do país para exemplificar, certo? No entanto, vale lembrar que outras cidades possuem sistemas bastante semelhantes com o de São Paulo (Rio de Janeiro e Campinas são outros bons exemplos) e que cada aeroporto possui suas particularidades. Portanto, antes de comprar sua passagem, procure ficar atento a estes detalhes e ver o que funciona melhor para que você tenha uma viagem tranquila.

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