Conheça as 3 principais rotas de avião para chegar na Austrália

Em geral, são três as rotas mais comuns usadas para ir para Austrália, cada uma com seus prós e contras, valores e tempo de voos diferentes. Não existem voos diretos do Brasil para o país, por isso todas as opções incluem escalas em outros lugares.

No entanto, novas rotas que passaram a operar nesses últimos meses ajudam em muito a nossa vida, pois diminuem o tempo de voo entre Brasil e Austrália. É possível chegar ao país da Oceania, saindo de São Paulo, em apenas 21 horas de viagem.

Neste post, vamos falar sobre cada uma dessas rotas e quais são as principais companhias aéreas que as operam. Acompanhe!

Rota 1: pelo pacífico com escala em Buenos Aires ou em Santiago

Essa é a rota preferida pelos brasileiros, já que é uma das mais curtas, com menos escalas e, dependendo da companhia aérea escolhida, você pode usar a língua espanhola até chegar na Austrália.

São quatro as principais opções de voo para a Austrália com escala na América Latina: com parada em Buenos Aires, na Argentina, e com parada em Santiago, no Chile. Duas rotas fazem o voo direto entre a capital chilena e a Austrália, as outras duas incluem uma parada em Auckland, na Nova Zelândia, antes de seguir para Sydney e Melbourne.

Escala em Buenos Aires

São duas as companhias aéreas que fazem a rota com escala na capital argentina a caminho da Austrália: a Aerolíneas Argentinas e a Air New Zealand.

O primeiro trecho é feito pela companhia argentina, e o restante da famosa rota polar é feita pela empresa neozelandesa até Sidney ou Melbourne, com escala em Auckland.

Escala em Santiago

As rotas com escala em Santiago são realizadas pela companhia aérea LATAM. Ela costuma ter menos reclamações de voos cancelados e atrasados do que a companhia argentina, além de cobrir o trajeto do Brasil até o Chile.

Existem duas possibilidades para chegar à Austrália partindo da capital chilena: às segundas, quintas e sábados sai um voo direto para Melbourne, numa viagem de 15 horas, a maior distância percorrida pela empresa.

Na segunda opção, você vai de Santiago até Auckland, na Nova Zelândia, de onde segue a viagem até Sidney. Com duas escalas para quem sai de São Paulo, essa rota leva mais tempo de voo e espera nas conexões.

Caso queira aproveitar ainda mais a viagem, dá para você ficar alguns dias aproveitando as melhores atrações do Chile no inverno ou no verão. O voo entre Santiago e Melbourne tem 15 horas de duração, bem mais tranquilo do que fazer de uma vez só o caminho para a Austrália saindo do Brasil, não é mesmo?

Rota 2: escala em Joanesburgo, na África do Sul

A rota que passa pela África faz o caminho inverso das que têm parada na América Latina. Nela, o avião sai de São Paulo, atravessa o Oceano Atlântico pelo sul, seguindo praticamente em linha reta até Joanesburgo. Em seguida, continua em linha reta até atravessar o Oceano Índico. Assim que chega na Austrália, o avião pode fazer uma parada em Perth, onde descem muitos brasileiros, ou seguir o caminho para Sydney.

Essa rota é mais longa, com 35 horas ao todo de voo, mas tem um incrível diferencial: a parada em Joanesburgo costuma incluir uma estadia, quebrando a viagem em duas partes e cansando menos os passageiros. A companhia aérea que faz esse trecho é a South African Airways.

Você pode aproveitar essas mais de 12 horas de escala para conhecer algo na capital sul-africana, como o Museu do Apartheid. Depois, que tal provar um pouco da culinária local em um dos muitos restaurantes da cidade?

Um passeio rápido e que dá uma boa perspectiva da cidade é subir no edifício Carlton Centre, que é um dos maiores prédios da África. Você consegue ver boa parte de Joanesburgo do alto de seus 50 andares.

Rota 3: escala em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos

A rota com parada em Dubai é realizada por uma das melhores companhias aéreas do mundo, a Emirates Airlines. Esse fato, por si só, é um enorme diferencial, já que você vai poder ter uma das melhores experiências com serviço de voo e tecnologia de bordo possíveis.

Além disso, o custo da viagem, embora seja de longa duração, não é o mais alto, já que o país está buscando expandir seu turismo por meio de incentivos, como pacotes mais baratos, passagens com descontos, estadias gratuitas, entre outros benefícios.

Nessa rota, a espera da conexão pode levar 12 horas, no entanto, o aeroporto de Dubai é um dos mais completos do mundo quando o assunto é facilidade para quem está viajando.

Sem sair do aeroporto você pode comer em uma das dezenas de opções de restaurantes, lanchonetes e cafés. Para quem estiver exausto da primeira parte da viagem, é possível se hospedar em um hotel 5 estrelas ou alugar um dos “cubos de soneca”, que são pequenas salas individuais com cama, armário, TV e Wi-Fi.

O terminal de passageiros também tem lojas com todo o tipo de produto que você conseguir imaginar — de perfumes a carros de luxo. Por lá ainda é possível se exercitar em uma academia, frequentar um spa relaxante, tomar banho ou até meditar em um espaço zen.

Claro que existem outras rotas para a Austrália caso você não esteja saindo do Brasil. Nos EUA há companhias aéreas que fazem escala em Los Angeles antes de seguir para o país da Oceania, assim como no Canadá, e pela Europa existem diversas opções de voos, com as mais variadas escalas.

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Quer algumas dicas de como conseguir os melhores preços de passagens internacionais? Dê uma olhada nesta outra postagem que fizemos. Temos certeza que você vai encontrar as melhores opções seguindo as nossas sugestões.

E aí? Já está se imaginando na terra dos cangurus? Agora que o tempo de voo entre Brasil e Austrália diminuiu bastante e as opções de rota não faltam, compartilhe essas informações com os seus amigos nas redes sociais. Eles vão adorar, e quem sabe você não arruma mais companhia para a viagem?

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