Qual a melhor maneira de fazer câmbio? Entenda mais do assunto!

Veja nossas sugestões para não errar na hora de fazer câmbio, nem ter dificuldades ao comprar moeda estrangeira para a sua viagem.

Viajar para o exterior sempre gera aquele misto de ansiedade e nervosismo, não é mesmo? Afinal, a gente tem a oportunidade de conhecer lugares e culturas diferentes, visitar pontos turísticos que crescemos vendo na TV e, é claro, viver experiências únicas. Porém, a preparação para embarcar num avião costuma gerar algumas dúvidas, especialmente quando o assunto é fazer câmbio.

E é fácil entender o porquê, já que ninguém quer perder dinheiro durante uma transação, nem muito menos estourar o orçamento da viagem. Pensando nisso, nós reunimos algumas formas de otimizar essa etapa e facilitar o entendimento dela. Acompanhe!

Planeje os gastos possíveis da sua estadia no exterior

Para garantir que você vai fazer câmbio da forma correta, é muito importante planejar os seus gastos ao longo da viagem. Afinal, nada pior do que ter uma reserva pequena de dinheiro e precisar comprar várias vezes a moeda local já no país — o que pode gerar mais despesas com essas transações ou com o uso do cartão de crédito.

Por isso, aproveite um dia livre e pegue papel e caneta para anotar suas estimativas de custos para essa temporada no exterior. Mas não vale deixar nada de fora, hein? É para ser detalhista mesmo!

Considere, por exemplo, uma quantia diária para alimentação, locomoção (transporte público ou privado), entrada em pontos turísticos, aquisição de souvenirs e compra de roupas e calçados. Além disso, vale considerar um valor extra para estar prevenido em caso de contratempos, certo?

Procure gastar na moeda local do seu destino

Quem vai não só para um país, mas para dois ou mais na mesma viagem, costuma ficar em dúvida se leva apenas uma moeda (como o dólar) para todos os lugares que for conhecer ou se deve fazer câmbio para cada nação (mesmo que seja um número grande). Se esse é o seu caso, saiba que sim: o ideal é ter a moeda de cada destino.

O motivo disso é bem simples: durante os seus passeios e visitações, você pode precisar e/ou querer comprar algo em um estabelecimento pequeno, andar de ônibus entre bairros menos turísticos ou simplesmente provar a comida de rua.

Contudo, é possível que você acabe impossibilitado de fazer tudo isso porque não tem como pagar com o dinheiro usado no país ou as pessoas e comércios locais não aceitarem a moeda que você possui. Consegue imaginar essas situações e como isso pode atrapalhar (e muito) a sua experiência? :/

Evite comprar moedas com menor circulação no Brasil

Outra forma de fazer câmbio de forma inteligente é avaliar a moeda do seu destino e, dependendo do nível de circulação dela, deixar para comprá-la apenas quando chegar no próprio país. “Mas todo mundo diz que o ideal é já fazer o câmbio ainda no Brasil?”, você deve estar se questionando. Por isso, calma, a gente explica!

Euro, dólar americano, libra, dólar canadense e dólar australiano, por exemplo, são moedas consideradas fortes e comercializadas em larga escala ao redor do mundo. Por conta disso, é fácil comprá-las e obter uma cotação vantajosa em território nacional.

Porém, o mesmo não acontece com o rublo russo (Rússia), o won sul-coreano (Coréia do Sul), o peso chileno (Chile) e o peso uruguaio (Uruguai), por exemplo.

Tanto é que, ao tentar comprá-los, você vai ter uma grande dificuldade para achar corretoras e instituições de câmbio que comprem e vendam eles. E mesmo ao encontrar uma exceção, muito provavelmente os valores cobrados serão bem salgados.

Por essa razão, a dica é só adquirir a moeda quando chegar no seu destino, já que é comum a presença de casas de câmbio próximas ou mesmo dentro dos aeroportos.

Acompanhe e entenda a cotação do câmbio

Também é importante que você acompanhe como anda a evolução do câmbio e, em especial, entenda o que influencia a alta ou a baixa dele para garantir a sua compra no momento certo. Por isso, vamos por partes!

De uma forma geral, é o mercado financeiro que dita qual o peso de cada moeda de acordo com uma série de fatores, como crises econômicas que o Brasil ou outros países enfrentam, o montante de reservas financeiras que cada governo possui, o percentual de importações e exportações de cada nação, o crescimento ou a retração de investimentos internacionais e por aí vai.

Como são muitas questões que entram nesse cálculo, é comum que os valores sofram alterações diárias. Por esse motivo, é importante que você monitore essas variações no Ranking de Câmbio por Instituições Financeiras, que é fornecido pelo Banco Central do Brasil, e esteja alerta caso haja uma alta constante. Assim, você evita que os custos de fazer câmbio se tornem muito pesados para o seu bolso!

Pesquise por diferentes casas de câmbio na sua cidade

Por fim, caso você pretenda viajar para os EUA, o Canadá, a Austrália, o Reino Unido ou algum dos países europeus que fazem parte da zona do euro (Espanha, França, Itália, etc.) não deixe de pesquisar por diferentes bancos, casas, agências, corretoras e demais instituições de câmbio na sua cidade.

Embora possa ser uma tarefa um pouco trabalhosa, checar tantas empresas, essa é uma medida indispensável para garantir a melhor cotação possível na aquisição da moeda desejada.

Isso porque cada uma delas pratica preços diferentes, pois cobram não só o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) — que é de 6,38% sobre o valor total da transação —, como também uma taxa própria sobre cada venda de moeda estrangeira.

Logo, ter uma boa lista de alternativas para analisar é essencial para não perder dinheiro em um local que até pode ser mais perto da sua casa e ter um atendimento em horários mais flexíveis, mas que, no final das contas, é pouco vantajoso financeiramente.

Agora que você já sabe como fazer câmbio sem deixar pesar no seu bolso, fique atento a outras dicas importantes para evitar perrengues no exterior, como contar com dinheiro em espécie e em cartão pré-pago e nunca adquirir moeda de cambistas do mercado paralelo!

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