Turismo acessível: tudo o que você precisa saber

Você sabia que há várias cidades prontas para receber turistas com deficiência? Leia o post e entenda porque o turismo acessível está em alta!

Viajar é, sem dúvida, uma experiência incrível: conhecer novos lugares, renovar amizades e aumentar a bagagem cultural são apenas alguns dos benefícios. Por outro lado, nem todas as pessoas podem usufruir dessas aventuras.

Muitas apresentam alguma limitação física ou outro tipo de dificuldade que as impede de embarcar nessa jornada. A boa notícia é que já existe o turismo acessível, que proporciona condições equivalentes a todos os viajantes.

Para entender melhor sobre o assunto, a gente preparou este post. Aqui você acompanha as principais características, destinos, benefícios e muito mais sobre o turismo acessível. Vamos começar?

O que é turismo acessível?

Dentro do contexto de proporcionar autonomia e inclusão, surge uma nova forma de oferecer viagens — o turismo acessível. Esse conceito envolve um conjunto de medidas para ajudar os turistas que apresentam necessidades especiais. Veja abaixo alguns níveis de deficiência física e intelectual.

  • Nível mental: afeta as atividades linguísticas, cognitivas e perceptivas;
  • Nível motor: incapacidade motora e física;
  • Nível auditivo: deficiência total ou parcial na audição;
  • Nível da visão: baixa visão ou cegueira.

Dentre os viajantes que também podem precisar de cuidados especiais quanto à acessibilidade, estão as grávidas, obesos, os com mobilidade reduzida e idosos. Para todas essas pessoas, há destinos específicos que oferecem facilidades no deslocamento e na apreciação do passeio.

Já para a aplicação das medidas, é necessário ter a participação de diferentes componentes que formam o setor turístico. Nos estabelecimentos como os hotéis, pousadas, hostels e afins, fica a critério da administração investir ou não no ambiente adaptado.

Os reparos incluem alterações em desníveis nas entradas e no pequeno degrau que afasta a calçada da porta de acesso. A situação pode ser solucionada ao diminuir a irregularidade, abaixando-a para 1,5 centímetros.

Outro procedimento busca evitar carpetes felpudos com o objetivo de não causar transtornos aos hóspedes de movimentação limitada. A construção de rampas e elevadores também facilita a locomoção pelas dependências do local. Caso haja jardim na hospedagem para entretenimento dos clientes, não é indicado que ele tenha piso de paralelepípedos ou de pedras.

A disposição dos móveis do quarto é outro fator que precisa de atenção. Ela deve permitir que haja espaço para a circulação da cadeira de rodas. As maçanetas devem ter o mesmo formato de alavanca e um espaço de 60 cm para que o cadeirante consiga atender à porta.

Da mesma maneira, os banheiros devem ter cabines adaptadas e o sanitário na parede menor. As barras de apoio devem estar próximo ao vaso. As pias, suspensas a 80 cm do piso e os espelhos inclinados.

Além das medidas quanto à adaptação da estrutura, os funcionários devem receber treinamento para o atendimento adequado aos turistas. A capacitação dos colaboradores inclui lições sobre como operar equipamentos e cursos de linguagem de sinais. Também é importante orientar camareiras a deixar cobertores e toalhas a uma altura fácil de serem pegas, entre outras atitudes.

As agências de turismo apresentam pacotes de viagem conforme as necessidades de cada pessoa. As medidas envolvem, como exemplos, atendimento em Centro de Informações Turísticas em Libras e guia com habilidade para acompanhar o deficiente visual.

Quanto à infraestrutura pública, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) determina regras de adaptação dos pontos turísticos. O objetivo é facilitar o acesso do visitante aos monumentos, espaços públicos, museus e parques.

Existe turismo acessível no Brasil?

Não se sabe exatamente quando começou o turismo acessível no Brasil. No entanto, no ano de 2004, surgiram ações para melhorar o trabalho da inclusão no setor. No ano seguinte, as ideias do Turismo Adaptado se ampliaram para os programas e passeios de aventura. A partir de então, o assunto foi explorado e outros projetos foram elaborados.

O Governo Federal, por meio do Ministério do Turismo, tem investido recursos financeiros em obras para reestruturação de locais adaptados. A parte educacional também é abordada, com a distribuição de informativos para auxiliar no atendimento aos turistas. Por outro lado, muitos empresários do ramo ainda precisam entender e promover ações de acessibilidade e inclusão de todos.

O fato é que muita coisa está sendo feita, mas só podemos considerar poucas cidades brasileiras acessíveis. Existem lugares que estão no início do processo de inclusão aos turistas, como Recife. A capital pernambucana tem o projeto “Praia sem Barreiras” desde o ano de 2013, com a coordenação da prefeitura.

A iniciativa visa o acesso das pessoas com mobilidade reduzida e deficiência às praias. Na principal praia da região, Boa Viagem, o contato desse público com o mar é possível graças ao programa.

A boa notícia é que outros famosos pontos turísticos de Pernambuco já contam com esse projeto: Fernando de Noronha, Porto de Galinhas, Tamandaré e Jaboatão dos Guararapes são alguns exemplos. Já para o interior do estado, a iniciativa está em fase de estudos para ser aplicada.

Em virtude da realização dos Jogos Paraolímpicos, a cidade do Rio de Janeiro é um dos destinos com maior acessibilidade do Brasil. As programações vão desde locais históricos a museus com entrada facilitada. Entra elas estão:

  • passeio no Parque Nacional da Tijuca e no Caminho Dom Pedro Augusto;
  • Projeto Praia para Todos na Barra da Tijuca e em Copacabana, com acesso até ao banho de mar com cadeiras anfíbias;
  • práticas esportivas de surf adaptado sem fins lucrativos na Praia da Barra e Leblon.

No sul do país, uma capital que está no caminho do turismo acessível é Curitiba. O sistema de transporte opera com mais de 90% de acessibilidade, com elevadores para pessoas com problemas físicos, placas em braile e sinais luminosos. Os dois últimos são dispositivos que orientam os deficientes visuais e auditivos.

Com a infraestrutura para o deslocamento pela cidade paranaense, é possível visitar o Jardim Botânico e apreciar a beleza do lugar. Existe uma parte dedicada à inclusão de turistas: o Jardim das Sensações. No trajeto do acervo, há um caminho sensorial em braile, possibilitando o toque e a contemplação das espécies botânicas.

Veja mais algumas cidades brasileiras que se enquadram nos requisitos de inclusão.

Bonito

Bonito, um turismo acessível para os amantes do ecoturismo

Em Bonito, no estado de Mato Grosso, o ecoturismo está garantido para as pessoas que precisam de acessibilidade. Calçadas largas, rampas, pisos antiderrapantes e faixas sinalizadas são algumas das adaptações feitas para incluir os visitantes. As aventuras em rios, descidas de correntezas e rapel também são seguras e colocam todos em condições iguais.

Foz do Iguaçu

Cachoeiras de Foz do Iguaçu

Na cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná, os turistas podem curtir o famoso Parque Nacional. Existem diversos acessos a cadeirantes que levam ao maior fluxo de água das cataratas. Também dá para contemplar de cima a beleza do local ao saltar de paraquedas. É assim que, com equidade, todos podem conhecer a fronteira do Brasil com o Paraguai e a Argentina.

Salvador

Ruas históricas do centro de Salvador

No centro histórico da capital baiana, os turistas encontram calçadas ampliadas e rampas. O caminho ao Pelourinho fica a disposição de todos, inclusive dos que precisam de vias adaptadas. Outro ponto turístico é o Museu de Arte Sacra, com amplos corredores e elevadores.

São Paulo

Avenidas do centro de São Paulo

Na maior cidade brasileira, apesar de muitos problemas, a acessibilidade é aceitável aos visitantes. Bons exemplos são os edifícios e os cerca de 300 outros locais turísticos. O Memorial da América Latina tem obras de artes que permitem a leitura com as mãos. Já no Museu do Futebol, os deficientes visuais podem apreciar o acervo com maquetes táteis. Há também audioguias e imagens em relevo.

Fortaleza

Fortaleza está pronta para o turismo com seu projeto "Praia Acessível"

 

Como representante do Nordeste, a capital cearense também é uma cidade de turismo acessível. Curtir um banho de mar já é possível ao turista que precisa de auxílio para caminhar. Isso por conta do projeto “Praia Acessível”, com cadeiras anfíbias e esteiras para o transporte dos que precisam de mobilidade assistida.

O mais bacana é também a inclusão da programação dos jogos de frescobol e vôlei adaptado. No calçadão, há rampas, banheiros e academia ao ar livre com exercícios para cadeirantes.

Uberlândia

A cidade mineira é considerada pela ONU (Organização das Nações Unidas) um dos 100 destinos de inclusão. Para se ter uma ideia, existe uma lei local que define que todas as obras de uso público devem ser vistoriadas pelo Departamento de Acessibilidade.

Ao passear pela região, o cadeirante tem suas condições respeitadas devido às centenas de rampas de acesso, às calçadas e ao transporte público adaptado. Vale a pena visitar e levar para casa os produtos mineiros do Mercado Municipal e apreciar museus.

Quais os principais direitos da pessoa com deficiência?

As pessoas com algum tipo de deficiência têm os seus direitos garantidos por lei. Seja por vagas reservadas, sinalização adaptada, rampas de acesso ou piso antiderrapante, é fundamental que o viajante seja bem atendido nos destinos escolhidos.

Quando o tema é trajeto em viagens, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) impõe às empresas de coletivos que tenham ônibus adaptados. Entre as exigências do órgão, está o espaço reservado para o transporte de cadeira de rodas.

Além disso, o cão-guia deve ser autorizado a entrar na condução junto ao seu dono. Um detalhe importante sobre essas questões é a proibição de qualquer taxa extra na passagem por essas obrigações.

Também preste atenção aos seus direitos em relação às viagens de avião. Conforme determinação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), os passageiros devem ser colocados perto dos corredores, em assentos especiais. Quanto ao animal que auxilia o deficiente visual, o transporte deve ser gratuito e perto do proprietário.

Se houver a necessidade de acompanhante para o passageiro, o valor da passagem poderá ser igual ou abaixo de 20% do bilhete. Caso não haja o guia, a empresa aérea pode providenciar algum para ajudar no desembarque, em caso de emergência.

É importante destacar que o turista precisa informar à empresa aérea todas as suas particularidades em relação à acessibilidade. Faça esse procedimento com pelo menos 48 horas de antecedência ao embarque.

Há casos em que o passageiro precisa de uma maca, cadeira de rodas ou outro suporte médico. Para isso, a comunicação precisa ser realizada em até 72 horas antes do voo. Vale frisar que você não deve deixar o pedido para cima da hora, pois, assim, não haverá tempo hábil para a assistência.

Como escolher o destino ideal?

Para saber qual é o destino ideal, é necessário ponderar alguns pontos. A dica é fazer um bom planejamento e ter cuidado com o roteiro. Primeiramente, escolha o destino de acordo com a acessibilidade que você precisa. Buscar informações sobre as atrações e serviços disponibilizados é essencial para que o itinerário seja um sucesso.

Para isso, mantenha a atenção redobrada para analisar que tipo de acessibilidade as agências de turismo oferecem. No caso das reservas, há propagandas sobre adaptação, mas elas dificilmente especificam esses tipos.

Sendo assim, a pesquisa em sites de viagens ajuda a elucidar as dúvidas. Outra dica é ver as páginas virtuais que trazem avaliações da hospedagem.

Vale lembrar que, se a empresa promete um tipo de serviço e não cumpre, o hóspede pode reclamar e mobilizar a justiça. Em busca de mais esclarecimentos, acionar a OAB e Procon pode ser efetivo.

Se for a primeira viagem ao exterior, a dica é reservar poucos dias para saber como é estar longe de casa. Escolher um amigo para ir junto pode ser uma boa opção. Afinal, a viagem deve ser, acima de tudo, prazerosa e, quem sabe, até com amigos!

A segurança é mais um tópico super importante em relação à sua viagem. Por isso, não ignore a necessidade de adquirir o seguro quando comprar as passagens. Antes de finalizar a compra, verifique se a apólice atende as necessidades durante o trajeto e estadia. Existem seguradoras especializadas que podem ajudar você.

Outro ponto é sobre a preferência por viagem no outono ou alguma estação que ache mais confortável. Não vale a pena ficar em um lugar que seja procurado durante o inverno, se não for de seu agrado.

Caso prefira encontrar os pontos turísticos com menor movimentação de pessoas, melhor optar por uma viagem na baixa temporada. Comprar passagens aéreas com antecedência, em promoção ou trocar por milhas também são boas escolhas para economizar uma grana.

Quais as principais cidades para turismo acessível no exterior?

Fora do Brasil, o Canadá, os Estados Unidos  a maioria dos países da Europa demonstram ter uma boa política de acessibilidade. Estão, inclusive, a frente do setor brasileiro por priorizar as adaptações necessárias no turismo do setor. Dessa forma, apresentam alta qualidade na prestação de serviços.

Abaixo, listamos destinos para curtir com total comodidade e segurança.

Montreal

Com parques, catedrais e jardins botânicos, a cidade canadense dispõe de completa infraestrutura inclusiva. Por lá, o portador de necessidades especiais encontra um sistema ferroviário completo em acessibilidade.

Toronto

Para que todos tenham acesso à cidade e deslocamento pelos pontos turísticos, a região fornece elevadores em diversos estabelecimentos:

  • shopping centers;
  • estações de metrô;
  • aeroportos;
  • ônibus exclusivos adaptados.

Um dos principais entretenimentos é a Galeria de Arte que tem um acervo com quase 100 mil obras históricas. Peças no estilo renascentista, barroco e africano estão entre os artigos.

Vancouver

Na metrópole, o visitante tem circulação facilitada para interagir no mais famoso museu. O Science World at Telus of Science é considerado um dos mais importantes do mundo, com grandes atrações de ciências. Para se ter uma ideia das diversas atividades de inclusão, há uma corrida de cadeiras de rodas que agrada todo o público.

Dublin

Ponte Ha'penny Bridge em Dublin, na Irlanda

A capital da Irlanda, Dublin, é outro grande destino do turismo acessível. Com grande infraestrutura, os cadeirantes podem se locomover em avenidas amplas e fazer a travessia segura nas vias. Um dos pontos mais procurados é a Galeria Nacional Irlandesa, inclusiva para todos os visitantes.

Stratford

Stratford

Stratford, na Inglaterra, não é só famosa por ter sido o local em que Shakespeare viveu. Mesmo sendo uma cidade do século XV, ela sofreu várias transformações para receber os turistas. Exemplos são as calçadas rebaixadas, bares e restaurantes adaptados por toda a região.

Barcelona

Barcelona é uma opção para quem quer fazer turismo acessível na Espanha

Ao decidir viajar para Barcelona, na Espanha, você já vê uma grande acessibilidade desde a chegada no aeroporto. O serviço “Sem Barreiras” oferece atendimento individualizado para os que possuem deficiência ou movimentos limitados.

Já no Museu de Arte Contemporânea, os visitantes com falta de visão utilizam descrição em áudio e obras táteis. Banheiros adaptados, peças em braile e rampas são outros recursos disponíveis.

Berlim

Como vencedora do prêmio Fórum Europeu de Deficiência, a capital da Alemanha conta com a maioria das estações de metrôs adaptadas. Um ótimo local para visitação é o Palácio do Reichstag, onde fica o parlamento alemão. O casarão tem total acessibilidade e é uma das principais atrações do país.

Nova York

Estátua da Liberdade em Nova York

Se você é um entre muitos viajantes que desejam conhecer bem de perto a maior cidade do mundo, pode ir sem receio. A metrópole americana oferece serviços especializados no transporte público, museus e demais pontos de atrações. Os espaços públicos dispõem de calçadas planas, sinalização tátil, cadeiras de rodas e audiodescrição.

Seattle

Seattle

Ainda no país do Tio Sam, a cidade de Seattle destaca-se por estar inserida nos padrões de acessibilidade. O centro urbanístico é todo adaptado: restaurantes, bares e transporte urbano. Você pode se deslocar de maneira segura e com total autonomia pelos pontos turísticos.

Las Vegas

Las Vegas

Que tal conhecer a cidade movimentada por cassinos e shows? Las Vegas merece destaque por fazer parte da jogatina e inclusão de todos os turistas. A vida noturna, hotéis e estabelecimentos de entretenimento são todos adaptados. Rampas, elevadores e demais recursos estão disponíveis por todo lugar.

Londres

A capital inglesa, apesar de ser uma construção histórica, soube se modernizar para ofertar acessibilidade. Sem deixar para trás o charme dos tempos antigos, as vias públicas e transportes foram adaptados para todos os moradores e turistas. Outros pontos importantes como London Eye, a London Tower e a Catedral de St. Paul também são de fácil acesso aos visitantes.

Estocolmo

Estocolmo

Com mais de duas décadas de investimento em acessibilidade, a capital da Suécia destaca-se como uma das mais acessíveis do mundo. Desde o ano de 1998, a metrópole busca iniciativas de adaptações e recursos para auxiliar os que precisam. Alguns dos investimentos realizados são:

  • alertas sonoros em pontos de ônibus;
  • metrô sinalizado para deficientes visuais;
  • pisos táteis;
  • calçadas para cadeirantes.

Viena

Viena, Áustria

Outra opção de viagem pela Europa é ir se divertir em Viena. A tendência para música e a preservação do passado histórico convive com a modernidade na capital austríaca.

É sem dúvida, um convite para turistas de necessidades especiais passear pelas ruas compactas e planas. Frequentar os estabelecimentos comerciais também não será problema por lá. O comércio local é totalmente acessível e o transporte público, impecável.

Quais os benefícios do turismo acessível?

Os benefícios que o turismo acessível traz, refletem em vários setores. A primeira questão que trataremos é a da vantagem econômica. A cada ano, o número de pessoas que viajam tem crescido. Alguns motivos explicam o aumento da demanda, como o maior engajamento dos idosos e dos deficientes físicos.

No grupo da terceira idade, o crescimento é explicado pelo avanço da expectativa de vida. Quanto mais avançada a idade, maiores são as chances de as dificuldades motoras, auditivas e visuais surgirem.

Aumenta também a procura por mais cultura e lazer. Ao lado desse público, as vítimas de violência que acabam por adquirir alguma limitação física também buscam por mais entretenimento.

Dentro desse novo panorama, há necessidade de investir em adaptações para atender a todos os públicos. Com maior número de turistas, mais dinheiro é movimentado nos diversos prestadores de serviços: locais de hospedagem, restaurantes, bares, baladas, passeios e eventos.

Além disso, por muitos visitantes precisarem de acompanhantes ou preferirem épocas do ano em que não há grande fluxo de turistas, as cidades ficam com quartos ocupados o ano inteiro.

Do ponto de vista social, o turismo acessível visa acabar com a discriminação e fazer valer as regras para o divertimento de todos. Conheça outras vantagens:

  • ter a mesma qualidade de vida em destinos diversos;
  • criar um ambiente mais solidário e tolerante entre as pessoas;
  • ser livre e independente para sair e conhecer novos lugares;
  • dispor de acesso total às informações e apreciar cada detalhe da viagem para o enriquecimento cultural.

Para finalizar, lembramos que não deixe de realizar uma viagem por achar inviável se divertir. Antes de tudo, a mente precisa estar aberta a novas experiências. Aceite que, um dia ou outro, qualquer pessoa pode precisar dos serviços do turismo acessível.

Agora que você aprendeu um pouco mais sobre o turismo acessível, garanta o seu próximo destino! Na MaxMilhas, você não encontra barreiras para ter as passagens aéreas mais baratas. 

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